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Saiba como tirar catarro preso da garganta: Sintomas, causas e dicas
O catarro preso na garganta é um incômodo comum à maioria das pessoas e que pode se originar de diversas causas. O problema também conta com várias soluções. De acordo com o pneumologista Alexandre Kawassaki, há duas manobras principais para eliminar esse catarro preso: a tosse e a limpeza da garganta. Saiba mais sobre como tirar o catarro da garganta. Como tirar catarro da garganta? A eliminação do catarro na garganta pode ser feita de diferentes maneiras. Listamos abaixo, algumas soluções para te ajudar a alivar o pigarro na garganta. 1. Gargarejo para tirar catarro da garganta: O gargarejo com um copo de água de 100 ml morna e meia colher de chá de sal, ajuda a diluir o muco devido a ação do sal, dessa forma, facilita a eliminação do muco. Convém lembrar que a água com sal também desempenha a finalidade de antisséptico . Por último, a água morna auxilia na dilatação das artérias, aumentando assim a circulação sanguínea e consequentemente mais células de defesas chegarão até o local. 2. Chá de Gengibre e Mel: O chá de gengibre e mel é uma ótima opção para aliviar sintomas de resfriados, gripes, problemas respiratórios e catarro na garganta. Misture o pó de gengibre com uma colher de sopa de mel e água morna. Nesse caso além da água morna, temos também o gengibre e mel que possuem propriedades antibacterianas e antioxidantes, auxiliando a combater alguma possível infecção que pode ser a causadora do muco na garganta. 3. Lavagem nasal como realizar? A especialista Dra.Vanessa Hartmann recomenda que lavagem nasal que seja realizada com soro fisiológico 0,9%. Para isso, pode se recorrer ao auxílio de seringas (sem agulha), colocando o soro fisiológico diretamente nas narinas, ou de dispositivos que possuem conta-gotas e sprays. “Alguns dispositivos disponíveis no mercado hoje em dia possibilitam a aplicação de jato contínuo e até mesmo aplicação 360º, o que facilita o procedimento com o soro fisiológico”. A doutora, ainda aponta que para aqueles indivíduos que possuam os sintomas de rinite alérgica, podem necessitar, além de uma higiene nasal frequente, o uso de sprays diretamente no nariz para reduzir a inflamação. Além disso: “O controle ambiental também é fundamental, evitando tapetes, carpetes, cortinas e mantendo a casa limpa, arejada e ventilada”. Perigos e causas do catarro preso na garganta De acordo com o pneumologista, o catarro preso na garganta, em geral, não é perigoso, pois, na maioria das vezes, essa secreção não é produzida na garganta. “Ela é formada em outra parte do corpo e acumula naquela região”. Pode haver perigo se, ao fazer a solução de água e sal para diluir o muco, você acabar engolindo a mistura. Isso causa desidratação. Deve-se apenas fazer o gargarejo e depois cuspir. A principal questão quando há o catarro preso na garganta, segundo o médico, é a definição das doenças que o causam, pois é a partir dela que se consegue fazer o tratamento. “Os dois principais diagnósticos são: doença do refluxo gastroesofágico e síndrome do gotejamento pós-nasal, representada por rinites e sinusites crônicas”.
Por que a atividade sexual deve ser evitada durante um quadro de infecção urinária?
Ter relação sexual com infecção urinária pode agravar os sintomas, causar dor, aumentar o risco de complicações e até dificultar o tratamento. Embora a infecção urinária (ou ITU – infecção do trato urinário) não seja considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), a atividade sexual durante o quadro infeccioso pode introduzir mais bactérias na uretra e na bexiga, prejudicando a recuperação. Recomenda-se evitar a atividade sexual em caso de infecção urinária para evitar riscos maiores à saúde e também pelo aumento da sensibilidade, que costuma causar desconforto e dor. A infecção do trato urinário compromete os componentes deste sistema, como a bexiga, que está intimamente ligada à vagina e ao útero. Por conta disso, as mulheres, principalmente, acabam sentindo dor no ato sexual. Ato sexual é porta de entrada para bactéria que causa infecção urinária “O ato sexual pode causar incômodos e dores durante o quadro de infecção urinária. Em função do desconforto, é indicado que a prática seja evitada. O mesmo vale para homens e mulheres”, afirma o urologista José Ricardo Silvino. Além de tudo, a dor atrapalha o prazer, especialmente no caso das mulheres, o que é mais um fator para desestimular o ato. Segundo o médico, a infecção urinária propriamente dita não é um quadro que seja transmitido durante as relações sexuais, porém pode ser ocasionado pelo sexo. O ato sexual funciona como porta de entrada para a bactéria que causa a infecção urinária, então se não há proteção durante as relações, o parceiro (a) pode ser infectado. Infecção urinária passa na relação sexual? Apesar de não ser classificada como uma IST, a infecção urinária pode ser facilitada pelo sexo, especialmente em casos de má higiene ou ausência de preservativo. Além disso, algumas bactérias sexualmente transmissíveis, como clamídia e gonorreia, podem provocar sintomas semelhantes e coexistirem com uma ITU. Por isso, é essencial realizar o diagnóstico correto. Homem com infecção urinária pode ter relação? Homens com infecção urinária também devem evitar relações sexuais. A uretrite — inflamação da uretra — pode causar dor durante a ejaculação e piorar o quadro infeccioso. Além disso, mesmo que a chance de transmissão direta seja baixa, o contato sexual pode disseminar bactérias para o(a) parceiro(a), especialmente se houver feridas ou outras infecções associadas. Tratamento da infecção urinária Nesses casos, é fundamental que os membros do casal busquem tratamento juntos, pois se apenas um se cuidar e eles mantiverem a prática de sexo sem preservativo, a doença voltará àquele que se tratou sozinho. “As infecções urinárias devem ser tratadas com antibióticos (por via oral ou endovascular, dependendo da gravidade), além de medicações sintomáticas, ou seja, para aliviar sintomas como dores e febres”. O consumo da fruta cranberry, em conjunto com antibiótico, também pode ser recomendada. Cuidados durante o tratamento da infecção urinária Evitar relações sexuais até o fim do tratamento; Beber bastante água para ajudar a eliminar bactérias; Urinar após o sexo (quando saudável) como medida preventiva; Manter boa higiene íntima; Evitar o uso de diafragmas e espermicidas; Consultar um médico se houver infecções recorrentes. As infecções urinárias, quando não tratadas, podem evoluir ainda para quadros graves, que exigem um tratamento mais complicado. “A falta de tratamento pode fazer com que o problema se desenvolva para o que chamamos de ‘infecções urinárias altas’ (que acometem os rins) ou mesmo para um quadro de sepse (infecção generalizada)”, conclui o urologista. José Ricardo Cruz Silvino é médico urologista formado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ), com residência médica em cirurgia geral e urologia pelo Centro de Referência da Saúde do Homem, em São Paulo. CRM: 135796 Foto: Shutterstock
Qual é a pressão arterial ideal para cada faixa etária?
A meta inicial de pressão arterial ideal é a mesma para a grande maioria das pessoas, independente da idade. Em alguns casos específicos essa meta acaba sendo diferente, mas, no geral, estipula-se como ideal um valor menor do que 120 x 80 mmHg (o famoso 12 por 8), sendo o limite de alerta o 140 x 90 mmHg, segundo o Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Índices mais altos costumavam ser tolerados no caso dos idosos, porém atualmente isso não é mais recomendado pelos especialistas. “Diferentemente das crianças e adolescentes, que possuem uma tabela com os níveis da pressão normal de acordo com idade, sexo e altura, os adultos, independentemente da idade, têm o mesmo alvo inicial de meta pressórica, que é pressão arterial (PA) menor que 140 x 90 mmHg”, informa o cardiologista Francisco Flávio America. Tabelas de pressão arterial por faixa etária As tabelas abaixo seguem as métricas adotadas internacionalmente e refletem as atualizações amplamente divulgadas no biênio 2023–2025. Para fins de entendimento das tabelas, considere: Normal: < 120/80 mmHg. Elevada: 120–129 / <80 mmHg. Hipertensão: A partir de 130/80 mmHg ou 140/90 mmHg (dependendo da diretriz e do perfil do paciente). Nota: Essas faixas não substituem a avaliação clínica individual. Pressão arterial ideal por faixa etária – Crianças e adolescentes Nesta fase, a pressão arterial é calculada de forma complexa, cruzando idade, sexo e percentil de altura. Portanto, a tabela abaixo apresenta valores de referência para triagem (média esperada). Se a criança apresentar valores acima destes, deve ser avaliada por um pediatra. Faixa Etária Pressão Sistólica (Máxima) Pressão Diastólica (Mínima) 1 a 3 anos 80 a 100 mmHg 50 a 65 mmHg 4 a 6 anos 90 a 105 mmHg 55 a 70 mmHg 7 a 11 anos 95 a 110 mmHg 60 a 75 mmHg 12 a 17 anos 110 a 120 mmHg 70 a 80 mmHg Pressão arterial ideal para adultos (18 a 64 anos) Para a população adulta geral, a classificação é mais rígida. O objetivo é manter a pressão abaixo de 120/80 mmHg para proteção cardiovascular máxima. Categoria Sistólica (mmHg) Diastólica (mmHg) Ótima / Normal Menor que 120 e Menor que 80 Pré-Hipertensão (Elevada) 120 – 129 e/ou Menor que 80 Hipertensão Estágio 1 130 – 139 ou 80 – 89 Hipertensão Estágio 2 Maior ou igual a 140 ou Maior ou igual a 90 Crise Hipertensiva Maior que 180 e/ou Maior que 120 Pressão arterial ideal para idosos (65 anos ou mais) Apesar de no passado valores mais altos serem tolerados, atualmente os estudos apontam que metas mais rígidas reduzem riscos cardiovasculares. Perfil do Idoso Meta Recomendada (Sistólica x Diastólica) Idoso Hígido (Saudável) Meta < 130 x 80 mmHg (se bem tolerado) Idoso Frágil / Múltiplas Doenças Meta < 140 x 90 mmHg (avaliação individual) Acima de 80 anos Evitar sistólica < 130 mmHg (risco de tontura/queda) Segundo o médico, em estudos antigos “aceitava-se” que o idoso tivesse uma meta de controle pressórico maior, com o receio de que essa população poderia sofrer mais com efeitos colaterais da medicação e também por acreditarem que isso não resultaria em problemas. Porém, estudos mais recentes vêm mostrando o contrário. “Pesquisas mais recentes mostram que nos idosos com mais de 65 anos há redução maior no risco de infarto, derrame, AVC, coração crescido e morte cardíaca quando se adota um tratamento com meta de pressão menor que 140 x 90 mmHg. Observou-se que tolerar pressões mais elevadas significa tolerar aumento do risco desses episódios cardiovasculares nesta faixa etária, que pela própria idade já conta com um risco maior”, afirma o cardiologista. *A decisão deve ser sempre individualizada pelo cardiologista. Tratamento medicamentoso e prevenção O ideal é se manter em consultas constantes com seu cardiologista para que ele te oriente da forma mais adequada, de acordo com sua condição, suas limitações e necessidades. Em caso de hipertensão diagnosticada, o tratamento medicamentoso é sempre indicado para evitar desfechos graves. A adesão ao remédio previne: Morte cardiovascular; Acidente Vascular Cerebral (AVC); Infarto do miocárdio; Insuficiência renal. Para mais dados técnicos, consulte o Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia: http://www.eusou12por8.com.br/ Foto: Shutterstock
Perguntas frequentes
O que é a plataforma Cuidados Pela Vida?
Cuidados Pela Vida é a plataforma de saúde e bem-estar criada pelo Aché Laboratórios para conectar diferentes públicos a benefícios exclusivos, descontos, dicas, serviços e a uma série de vantagens pensadas para facilitar o acesso das pessoas à saúde e a medicamentos de qualidade, dando suporte para zelar pelo seu bem mais precioso: a vida.
Quais produtos fazem parte do Cuidados Pela Vida?
O Cuidados Pela Vida conta com uma grande lista de produtos, de diversas especialidades e que podem variar de acordo com a campanha e seu período de vigência. Para conhecer os produtos, acesse Produtos no menu Para Você.
Qual desconto oferecido pelo Cuidados Pela Vida?
Os descontos são baseados no Preço Máximo ao Consumidor, determinado pelo Governo Federal. Para Dermocosméticos, Nutracêuticos e Nutricosméticos os descontos são atrelados ao Preço Sugerido na Farmácia. Portanto, os descontos variam de acordo com o produto e região informados ao final do cadastro no site Cuidados Pela Vida, que pode alterá-los a qualquer momento, sem aviso prévio, apenas informando através do site.
Tive uma reação adversa com o medicamento que faço uso. O que devo fazer?
Pedimos a gentileza de reportar imediatamente ao Aché Laboratórios através do e-mail: cac@ache.com.br ou telefone 0800 701 6900, de seg. a sex. das 08h00 as 17h00, relatando o ocorrido, com seu nome completo e contatos (e-mail e telefone).
Todos os produtos do Aché Laboratórios estão na plataforma Cuidados Pela Vida?
Todos os produtos do Aché Laboratórios fazem parte do Cuidados Pela Vida. No entanto, apenas alguns oferecem descontos. Para conferir se o produto que você precisa possui desconto, basta acessar o menu Para você e, em seguida, selecionar a opção Produtos.
Se o produto que você precisa não tiver desconto, toque em Avise-me na página do produto, preencha seus dados e, assim que ele entrar em uma campanha de desconto, nós te avisaremos por WhatsApp.
Não encontrei resposta para minha pergunta, o que posso fazer?
Você pode enviar sua pergunta para o e-mail: contato@cuidadospelavida.com.br ou, se preferir, para o nosso WhatsApp no 0800 777 8432, que estaremos prontos para ajudar.
Quais são as formas do(a) médico(a) disponibilizar um desconto no medicamento com receita?
Existem três formas do(a) médico(a) disponibilizar um desconto no medicamento com receita:
- QR code ou link personalizado: Após escanear o QR code fornecido pelo(a) médico(a) ou clicar no link enviado por ele(a) durante a consulta, você será direcionado ao site oficial do Cuidados Pela Vida (cuidadospelavida.com.br). Basta se cadastrar ou fazer login, selecionar o medicamento prescrito e clicar em “Ativar desconto”. O desconto estará disponível para uso na farmácia credenciada de sua preferência.
- Mensagem via WhatsApp: O(a) médico(a) pode enviar um desconto diretamente para você por mensagem no WhatsApp durante a consulta. Essa mensagem será enviada pelo nosso número oficial, 0800 777 8432, permitindo ativar o desconto de forma rápida e utiliza-lo de prática em qualquer farmácia credenciada.
- Cupom físico: O(a) médico(a) pode fornecer um cupom impresso com um código. Esse cupom pode ser usado em qualquer farmácia credenciada para obter o desconto. Se preferir utilizá-lo em um e-commerce, será necessário se cadastrar pelo site ou WhatsApp e ativar o desconto, que será aplicado automaticamente no carrinho de compras.
No site do Cuidados Pela Vida, você também pode comparar os preços dos e-commerces credenciados e escolher o melhor parceiro para utilizar o seu desconto.
Em caso de dúvidas sobre seu tratamento, consulte seu médico. Caso o médico opte por prescrever um produto que não seja do Aché Laboratórios, essa prescrição deve ser respeitada.


